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sexta-feira, 24 de março de 2017

Mecanismo de controle de qualidade da carne é desenvolvido por uma mineira

Em meio às polêmicas da operação da Polícia Federal, pesquisadores mineiros ganham destaque com tecnologia desenvolvida

Por Redação
Belo Horizonte


Nesta semana, a Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal, colocou em evidência um esquema de corrupção que denuncia a falta de fiscalização sanitária em frigoríficos brasileiros. Indícios apontaram a venda de carnes fora do prazo de validade.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Ouro Preto desenvolveu um selo inteligente que promete acabar com qualquer problema relacionado a alimentos vencidos.

A startup AS31 surgiu a partir de um trabalho de dissertação defendido pela fundadora, Marcela Rocha, no programa de mestrado de Engenharia de Materiais. A empresa desenvolveu o sensor SaferTag, uma solução simples de baixo custo que garante a segurança da população no consumo de alimentos.

A etiqueta indica, por sua coloração, a condição do alimento, se está bom ou impróprio para consumo. Isso ocorre a partir da análise da proliferação de microrganismos e da variação de temperatura. Tal tecnologia permite que as indústrias consigam monitorar, de forma simplificada, a qualidade de seus produtos durante toda a etapa do processo de produção e distribuição.

No início do desenvolvimento do projeto, Marcela teve o apoio da Fapemig na pesquisa intitulada "Filme Inteligente para a Análise da Vida de Prateleira de carnes de Frango "in natura"".

Mais tarde, o projeto participou do programa BioStartup Lab, da Biominas, se desenvolveu para levar a tecnologia ao mercado e acabou resultando em um modelo de negócio mais robusto. Agora, a startup participa do programa de aceleração Fiemg Lab.
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